Após denúncia, MPF pede apuração de caso de violência contra índios

Adulto teria sido baleado e crianças atingidas com spray de pimenta.
Equipe da Polícia Federal foi até o local investigar o caso.

O Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso do Sul pediu à Polícia Federal que investigue uma denúncia de violência contra indígenas em uma fazenda em Iguatemi, a  451 km de Campo Grande. Segundo o órgão, um membro da comunidade Pyelito Kue teria sido baleado e crianças que o acompanhavam foram agredidas com spray de pimenta enquanto colhiam frutas.

As vítimas seriam da etnia guarany-kaiwá e, segundo a assessoria do MPF, vivem em uma área em processo de demarcação com uma população de 230 integrantes. Agentes da PF foram até o local para averiguar a situação e checar se a denúncia procede.

Disputa
Os guarany-kaiwá da região vivem em situação de conflito. No dia 29 de setembro de 2012, a Justiça obrigou a retirada do grupo. Os índios ocupam área de cinco mil m² da fazenda. As lideranças aty guasu, que atuam como um conselho dos direitos da etnia em questão, mandaram uma carta ao Conselho Indigenista Missionário (Cimi) dizendo que haverá “morte coletiva” caso a saída das terras seja realmente efetivada.

Conforme o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), a situação dos índios é antiga. “Na década de 20, o estado brasileiro criou oito reservas indígenas em Mato Grosso do Sul. E aí saíram pegando os índios que estavam espalhados em várias partes do estado e colocando nesses locais. Ao mesmo tempo, houve uma política de colonização, concedendo as terras indígenas a particulares”, afirma.

Segundo ele, o impasse ocorre porque os indígenas querem de volta os locais originais onde moravam, que para eles tem conotação não apenas de moradia, mas também relação com as crenças religiosas deles.

Fonte: http://g1.globo.com/

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